Momentos económicos… e não só

35 anos do Serviço Nacional de Saúde

5 comentários

Ontem, numa sessão de comemoração dos 35 anos do SNS, António Correia de Campos mudou o formato e passou a perguntas e respostas do moderador – num modelo mais vivo e que evitou o papel passivo do moderador. Além de uma sessão mais animada, quem esteve presente foi poupado a (mais) uma apresentação sobre sustentabilidade do SNS. Como tive o trabalho de a preparar, aqui fica disponível, ainda que sem os elementos explicativos que oralmente daria. Nem que seja para demonstrar que algum trabalho de casa tinha sido feito. Download aqui.

 

Foto: cortesia de Francisco Velez Roxo (via facebook)

Foto: cortesia de Francisco Velez Roxo (via facebook)

Anúncios

Autor: Pedro Pita Barros

Professor de Economia da Universidade Nova de Lisboa

5 thoughts on “35 anos do Serviço Nacional de Saúde

  1. O trabalho de casa estava muito bem.Mas a forma refinada e bem humorada como respondeste perguntando ao Professor Correia de Campos, foi o momento alto do Painel 🙂

    Gostar

  2. Creio que apesar de todo este “novelo” que é a sustentabilidade do financiamento do SNS, cabe uma grande fatia (na minha modesta opinião) extremamente determinante na despesa em saúde que é o desperdício, seja ele qual for.
    O que acham??
    Por outro lado assisto a resgates desenfreados a bancos sem liquidez o que me leva a indagar que o dinheiro até existe e portanto a acção fiscalizadora e reguladora do estado deveria centrar-se na banca e aqui colocarem-se estes problemas de sustentabilidade (não do SNS mas sim da banca)!! LOL!!!

    Gostar

  3. Caro Prof. Pita Barros,

    A decisão de ter ou não um SNS (e de este ser ou não sustentável) não é económica, é política. Sendo uma decisão política, o dinheiro tem de existir, pelo que apenas se pode olhar para medidas que controlem / optimizem os gastos.

    Sinceramente nunca percebi onde estão os maiores problemas com custos nos SNS, mas pelo que me parece grande parte está na parte farmacéutica. E aí provavelmente uma parte significativa em medicamentos inovadores, com elevados custos de tratamento (basta lembrar, por exemplo, a que questão da Hepatite C). Uma boa medida (apesar de vir a ser impopular de vez em quando) é criar algo semelhante ao NICE britânico e, de preferência, com aprovação parlamentar dos membros. Outra – que me parece mais díficil – seria tentar criar a nível da UE uma comissão que negociasse os preços dos medicamentos a nível europeu (uma espécie de “mega-central” de compras).

    Gostar

  4. Caro Carlos Duarte
    “algo semelhante ao NICE” nalgumas dimensões faz parte dos projectos em curso: http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MAIS_NOVIDADES/DETALHE_NOVIDADE?itemid=9913713,
    abraço

    Gostar

    • Deconhecia mas são boas notícias. Só acharia preferível não estar “dependente” do Infarmed em termos de nomeação, devia ser independente.

      Quanto à negociação europeia, e depois de ter escrito o meu comentário, leio isto“.

      Gostar

Deixe um momento económico para discussão...

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s